Saturday, October 4, 2008

Exposição Anos 80 - Relato 6C





Parte do interesse em revisitar os anos 80 resulta de que muita da arte de hoje reflecte esse legado, embora negando ou ignorando esse passado. Reconsiderar os anos 80 pode servir como ferramenta para destacar e reflectir sobre alguma da arte do presente (...)


No dia 16 de Novembro de 2006, os alunos do 6C e do 6I da Escola Francisco Torrinha foram fazer uma visita de estudo à Fundação de Serralves.

O objectivo? Uma aula aberta no Museu de Arte Contemporânea sobre Anos 80: Uma Topologia.


Cartaz Exposição Anos 80: Uma Topologia

A Professora de Português publicou previamente um post no nosso BlogdosCaloiros, blogue de enriquecimento curricular Língua Portuguesa, para que os alunos se informassem sobre o tema da Exposição e alguns aspectos mais relevantes.

A nossa turma foi acompanhada pelas Professoras de Língua Portuguesa/ Formação Cívica e Língua Inglesa.

Em Serralves, o monitor Pedro Magalhães propôs-nos fazer uma visita mais pormenorizada pelas salas ligadas à Fotografia.

Antes da visita começar, o Pedro teve uma conversa connosco e explicou-nos o que era arte contemporânea. Falámos sobre alguns acontecimentos marcantes do final dos anos 70.

E assim partimos para uma viagem aos Anos 80, mas pela Fotografia! 



Anos 80, Uma Topologia
créditos : Museu de Serralves

Começámos a nossa visita guiada com o fotógrafo Thomas Struth. Seguiram-se muitos outros até terminarmos em Cindy Sherman.

O Pedro ia-nos explicando as técnicas de cada fotógrafo, chamando a nossa atenção para os aspectos mais importantes. A certa altura, estávamos já a ficar um pouco irrequietos por ver só Fotografia, embora continuasse a ser interessante...

No final, tivemos direito a um bónus, apesar do nosso tempo já ter esgotado. O Pedro, muito simpaticamente, deixou-nos percorrer apressadamente as restantes salas da Exposição para ficarmos com uma ideia diversificada sobre os Anos 80.





Passámos por obras muito modernas e coloridas. Aprendemos bastante! 


Compreendemos que nos "Anos 80", os artistas libertaram muito mais os seus sentimentos representando-os na pintura, fotografia e escultura. Talvez também em outros meios… mas não foi possível ver tudo.

Foi uma bonita e enriquecedora experiência pedagógica e cultural, esta aula no Museu.


Cláudia Carneiro, 10 anos
Inês Gil, 11 anos

(alunas 6C - ano lectivo 2006-2007)


Professora Responsável/Coordenadora:

Gina Souto – Língua Portuguesa/Formação Cívica

Professores Acompanhantes:

Luísa Pimentel – Inglês LE
Jorge Figueiredo – EVT
Ernesto Pereira – EVT

Agradecimentos:

Fundação de Serralves – Serviço Educativo

Creative Commons License



 Proibida a reprodução de textos dos alunos.



Exposição Anos 80 - Relato 6I

~
Catálogo Exposição

www.serralves.com



Anos 80: Uma Topologia
créditos : Museu de Serralves


No dia 16 de Novembro de 2006, as turmas 6I e 6C da Escola Francisco Torrinha saíram para fazer uma visita de estudo à Exposição Anos 80: Uma Topologia.

Saímos da escola por volta das 10:30 horas. Como não chovia, fomos a pé. Percorremos uma parte da Avenida Marechal Gomes da Costa, bem perto da nossa escola, admirando as casas e jardins encantadores.

Divertidos e contentes, caminhámos a conversar e a brincar. Embora já não sejamos bebés... somos crianças! E, por isso, íamos fazendo algumas partiditas desejadas por todos.

Quando entrámos no espaço, tudo era calma e tranquilidade. A fundação é muito bonita, o ambiente óptimo! Formaram-se grupos, já que éramos muitos. 

A nossa turma dividiu-se em dois grupos: um de rapazes e outro de meninas, cada grupo acompanhado por um Professor ou Professora. Não percebemos a divisão, mas foi assim.

Os grupos tinham monitoras diferentes. A nossa turma foi guiada pelas monitoras Mariana Brandão e Cristina Alves. Estava tudo muito bem organizado.



Exposição Anos 80: Uma Topologia

Com esta visita pretendia a nossa Professora de Língua Portuguesa, dar-nos a conhecer a arte dos Anos 80, isto é, uma década antes do nosso nascimento.

As peças eram todas muito interessantes e por vezes curiosas! Faziam-nos pensar no modo como os artistas vêem as coisas. Muito originais.

A Mariana e a Cristina (monitoras do Serviço Educativo Serralves) também puxavam por nós! Diziam-nos que tínhamos que ser nós a descobrir o significado das obras. No nosso grupo, a imaginação não faltou!

Havia uma obra que parecia uma reunião de pais natais, mas um estava a ser enforcado! A monitora explicou-nos que o artista queria alertar para o verdadeiro significado do Natal! Debatemos depois este assunto na aula curricular de Português.



Anos 80 : Uma Topologia
créditos : Museu de Serralves

Outra obra que nos agradou, foi um conjunto de quatro quadros. A Mariana pediu-nos para imaginar em que estaria o pintor a pensar ao criar um quadro de cada cor! 



Anos 80 : Uma Topologia
créditos : Museu de Serralves

O grupo de rapazes também apreciou obras interessantes, algumas curiosas e divertidas. Os baldes, os filmes que se viam do fim para o princípio... Era confuso, mas engraçado.

Vimos tanta coisa! Havia muitas pessoas, muitos jovens, mais escolas. O ambiente era muito bom! E fomos muito bem recebidos.


À saída, fomos à loja da recordações comprar uma “recordação” de Serralves.


De regresso à escola, ainda havia muita energia! Conversámos e cantámos durante todo o percurso.

Esta visita correu muito bem! As duas turmas aprenderam e “criaram memória” de uma forma lúdica. Esperamos repetir...

Ana Isabel, 11 anos

Ana Margarida, 11 anos

António Pedro, 11 anos

Madalena Guedes, 10 anos

Nuno Silva, 11 anos

Sebastião Guedes, 11 anos

(alunos 6I - ano lectivo 2006-2007)


Professora Responsável/Coordenadora:


Gina Souto – Língua Portuguesa|Estudo Acompanhado

Professores Acompanhantes:
Luísa Pimentel – Inglês LE
Jorge Figueiredo – EVT
Ernesto Pereira – EVT
Agradecimentos:
Fundação de Serralves – Serviço Educativo

Creative Commons License



 Proibida a reprodução de textos dos alunos.


Thursday, April 24, 2008

Échanges Scolaires Suisse - Porto


Échanges scolaires Suisse | Portugal (NetDays)
Martigny
www.google.com/images

En surfant sur le net, notre professeur de Français a découvert le Projet Léo Globe-Trotter de l’école Martigny, en Suisse, dans le cadre de NetD@ys 2002. Elle nous en a parlé. C’était chouette! Nous avons accepté!!

La 7G voulait dire bonjour à des jeunes amis suisses! On aime bien se promener en Europe et dans le monde entier. En plus, on pourrait gagner un kilo de chocolat suisse ! Mmmmm !!!

Bon… voilà! On n’a pas croqué le kilo de chocolat, mais on est bien content!
La photo de notre école est là ! La petite légende a été écrite par notre classe, en présentant notre collège Francisco Torrinha. Chic!

Léon fait halte au Portugal,
à l'Escola Francisco Torrinha de...
Porto




Entourée de la mer (Océan Atlantique) et du fleuve (le célèbre Douro),
notre ville de Porto est située au nord du pays.
@mitiés du Portugal


Les élèves de la Professeur Gina Souto, classe 7e FLE (Français Langue Etrangère)

Après le projet Globe-Trotter, la 6P Martigny a envoyé un message par email à la 7G en remerciant notre collabo.




La 7G est très contente de faire la connaissance sur le net de ses jeunes collègues suisses.



Maintenant la 7G et la 6P font des échanges scolaires par email! Pour la première fois, on apprend le Français en cours et par email, en échange scolaire avec la Suisse.

Tout le monde aime ça!

La 7G-Français LE
2001-2002



La Professeure G-Souto


24.04.2008
 


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Tuesday, April 15, 2008

HCA - Jubileu 1805-2005 : actividades currículos Língua Portuguesa







Hans Christian Andersen 1805-1875
Biblioteca Nacional Virtual
http://purl.pt/

De 02 de Abril a 06 de Dezembro de 2005, decorrem em todo o mundo as comemorações do Bicentenário do nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, celebrizado pelos seus contos para crianças.

O governo da Dinamarca e a Fundação Hans Christian Andersen levaram a cabo uma série de eventos que visaram dar a conhecer toda a versatilidade do autor.

Andersen escreveu contos de fadas, autobiografias, romances, peças de teatro, poesia, crónicas de viagem. No seu deambular por vários países da Europa, Andersen visitou Portugal em 1866.

A Biblioteca Nacional apresentou uma Exposição de grande rigor histórico e literário sobre Hans C. Andersen 1805-1875 que esteve patente de 3 de Março a 14 Maio 2005. Poderá continuar a visitar esta exposição, mas na Biblioteca Virtual.





Arredores de Lisboa (gravura da época)
http://purl.pt/

“De madrugada estávamos em Lisboa. O rio Tejo alargava-se, formando como que um lago.”

H.C. Andersen, Uma visita em Portugal em 1866, 
Ed. Gailivro, 2003, trad. Silva Duarte




Hans Christian Andersen
http://hca.museum.odense.dk/




Hans Christian Andersen Center | Denmark

http://www.andersen.sdu.dk/


Alunos das turmas 6 E|G juntaram-se aos milhares de jovens estudantes que por todo o mundo leram e releram a obra de Hans Christian Andersen e participando em actividades multiculturais.

Área curricular de Língua Portuguesa

Actividades desenvolvidas:



  • Biografia em Língua Portuguesa e Inglês LE; -Contos tradicionais-leituras e opiniões;
  • "O Fato Novo do Imperador" Hans Christian Andersen e «"O Pajem não se cala" António Torrado (em leituras comparadas);
  • Criação de contos;
  • Blog HCA*



Hans Christian Andersen 1805-1875

Todas as actividades tiveram como base o prazer da leitura. Serviram depois de motivação ao estudo da Narrativa, à apropriação de técnicas de escrita criativa, aquisição de técnicas de pesquisa,  recolha e tratamento de informação.


Turmas G | E 6º Ano

Língua Portuguesa



G-Souto

2004-2005

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* O blogue HCA chegou a ser criado por um grupo de alunos, mas foi depois desactivado em virtude da saída dos alunos da escola (mudança de ciclos e de escola)

Wednesday, March 5, 2008

Historias inspiradas em Paula Rego II





War | Paula Rego
quadro inspirado guerra Iraque

http://www.tate.org.uk



Um Exército de Robôs*

Um dia, num país desenvolvido, houve a ideia de serem criados robôs que pudessem formar um exército para conquistar outros países. Pesquisadores e cientistas trabalharam de dia e de noite, até que ao fim de um ano, o exército de robôs em forma de lobos, estava pronto. Não faltava o mais pequeno pormenor! Armas, tanques, fardas... e tudo o mais que um exército verdadeiro tem.


Agora, era só decidir qual o primeiro país a atacar! Depois, fazer o exército seguir para lá. E assim aconteceu! O país escolhido foi o Iraque. Quando os robôs lá desembarcaram, não perderam tempo. Como lobos esfomeados atacaram logo os soldados desse país, que curiosamente eram também robôs, mas estes tinham a forma de coelhos. Apanhados de surpresa, os coelhos-soldados, ficaram muito danificados: uns sem patas, outros sem pernas, e alguns, até com o sistema de contrôlo completamente avariado.

Entretanto, os lobos-soldados decidiram fazer uma pausa para carregar as baterias. E os coelhos-soldados aproveitaram para carregar também as suas! Prepararem-se o melhor possível para a luta que poderia demorar muito tempo... Assim aconteceu! Os robôs-soldados iam-se desfazendo, ora os soldados-lobos, ora os soldados-coelhos, sem que nenhum dos exércitos ganhasse esta guerra. Os proprietários das fábricas de soldados iam fazendo mais e mais robôs, porque nenhum país queria perder.

Apesar dos lobos-soldados serem mais fortes, os coelhos-soldados eram mais ágeis e como estavam na sua terra, tinham mais e melhores esconderijos.
Só que um belo dia, cansados de tanta guerra, e com saudades da paz, os dois exércitos de robôs decidiram contrariar as instruções dos seus comandos e parar de vez com os ataques!

Os soldados-lobos baixaram os braços e exigiram voltar ao seu país. Os soldados- coelhos exigiram voltar ao tempo em que apenas vigiavam as ruas das cidades e eram respeitados pelos habitantes do seu país. 

E assim, homens, mulheres e crianças puderam passear de novo em tranquila paz pelas ruas dos seus países.

Marta Xavier, 11 anos
6E | Março 2005
(história inspirada no quadro War de Paula Rego, visita de estudo a Serralves, Outubro 2004)

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 Proibida a reprodução de fotografia e ilustrações dos alunos.



Tuesday, March 4, 2008

Histórias inspiradas em Paula Rego III




War | Paula Rego

quadro inspirado guerra Iraque

Um Sonho Mau*
A coelhinha Melanie deitou-se. Já era tarde, passava das onze horas. Mas, naquela noite não sabia o que tinha. Dava voltas e mais voltas na coelheira e o sono não chegava.

Ao seu lado, a mana Nini, a mana Mimi, e a sua mamã dormiam a sono solto. Fechou mais uma vez os olhos, e resolveu contar carneirinhos: Um, dois, três, quatro... finalmente, o sono estava a chegar!

- Mas… o que se passa?! Pum, pum, pum… O que é isto? São foguetes, são tiros, são bombas?!
Melanie vivia num país distante, chamado Iraque, na cidade de Falujah. O país estava em guerra, ouvia-se o rebentar das bombas. Melanie está cheia de medo. Aflita, começa a gritar:
- Mãe, mamã! Vamos fugir! Salva-me! Eu não quero morrer! Por favor mãe... socorro, socorro!!
A mãe coelha, mais as três filhotas coelhinhas Melanie, Nini e Mimi, corriam, corriam, sem saber para onde ir, o medo tomara conta delas. Olharam em volta, e o que viram elas?! Um bebé caído por terra, parecia morto, estava sozinho...
- Onde estaria a mãe? Onde estaria o seu pai? Onde estaria a família?!

Perto delas, um cão enorme, de cor castanha, com ar de mau atacava uma formiga. Mas elas repararam que era uma formiga diferente das outras! Era uma formiga gigante e não parecia ter medo do cão, apesar do ar feroz que tinha e dela não passar de uma formiga.
- Estranho! Uma mulher vestida de soldado levava um pau para se defender - porque as mulheres desse país também costumavam ir para a guerra.

Mais adiante, uma mulher idosa que parecia moribunda, estava a ser atacada por um pássaro enorme e medonho...

- Será uma águia? Um abutre? - Melanie não consegue distinguir.

Viu também uma gaivota que parecia muito assustada e quase a dar o ultimo suspiro. Naquele instante, Melanie dá um grito de dor:
- Mãe, ai o meu pé! Que dor!
Melanie, na correria louca, tinha caído, e torcera o pé, sem dar por isso.
Felizmente que a mãe estava por perto! Pegou em Melanie ao colo, enquanto a seu lado, a mana Mimi a olhava aterrorizada, e a mana Nini limpava as lágrimas.
- Será que também elas vão morrer? Parecia ser tudo que as esperava...
De repente, fica tudo muito, muito escuro, o céu com aquele azul carregado, quase negro, e via-se muito fumo. O barulho do rebentar das bombas tornava-se ensurdecedor. Ouviu-se mais uma vez - Pum, pum, pum…
Melanie gritou, gritou... até que acordou em sobressalto. Ainda ouvia os seus gritos! Olhou em volta, assustada e confusa.
Qual o seu espanto ao ver que afinal estava na sua coelheira, e tudo estava bem calmo.
Melanie
vive em Portugal. Afinal, não passara de um sonho mau! Respirou feliz:
- Ufa! Que alívio!

Ana Crespo, 11 anos

6E | Março 2005

(história inspirada no quadro War de Paula Rego, visita de estudo a Serralves, Outubro 2004)

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 Proibida a reprodução de fotografia e ilustrações dos alunos.

Histórias inspiradas em Paula Rego I




War | Paula Rego (2005)

quadro inspirado guerra Iraque
http://www.tate.org.uk
         

Pesadelo no Iraque*

Era uma vez um povo que vivia pobremente, mas com tranquilidade. Esse povo vivia num país chamado Iraque.


A maior parte dos homens eram altos, gordos e com bigodes. As mulheres eram baixas e com cabelo comprido. Caracterizava-se por ser um povo modesto e feliz, dizia-se...

Um certo dia, um inventor iraquiano, como não tivesse dinheiro, decidiu criar uma máquina que acabasse com os seus problemas financeiros. Tal máquina seria um engenho muito moderno, pois sempre que se carregasse em dois botões, um dourado e outro vermelho, iriam aparecer magicamente cinco moedas de ouro.


Quando se preparava para testar o seu engenho, um pedaço de cenoura caiu acidentalmente em cima, desaparecendo por um dos orifícios. E imagine-se!! Em lugar da máquina funcionar como o previsto, transformou as pessoas daquela cidade em coelhos!

Mas, isso nem foi o pior! O pior era que cada vez que as pessoas comiam uma cenoura, a dita máquina lançava uma bomba. E se as pessoas-coelhos não comessem as cenouras, morriam, pois todos nós sabemos que este legume é o 'prato típico' dos coelhos. Uma confusão!

Um ano depois, já tinham morrido 40 mil pessoas! E o inventor continuava vivo... Para acabar com o massacre do seu povo, o inventor até já tentara partir a poderosa máquina, mas esta era indestrutível!

Até que um dia, sem querer, deixou cair outro pedaço de cenoura mesmo em cima! E, num abrir e fechar de olhos, as pessoas voltaram à normalidade... isto é, voltaram a ser pessoas!

- Como é que podia ter sido tão estúpido?! - pensava ele - se a máquina tinha transformado pessoas em coelhos quando um pedaço de cenoura caíra dentro dela, era óbvio que para acabar com tal maldição, só introduzindo um outro pedaço de cenoura!!

O inventor foi levado a tribunal, condenado à morte, dado que mesmo involuntariamente, tinha causado milhares de mortes!

Mas querem saber uma coisa? Ele nem ficou muito triste... ao menos terminara com aquele pesadelo.

Vítor Ferreira, 11 anos
6E | Março 2005


(história inspirada no quadro War de Paula Rego, visita de estudo a Serralves, Outubro 2004)

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 Proibida a reprodução de fotografia e ilustrações dos alunos.




Thursday, February 7, 2008

Aula no Museu: Paula Rego em Serralves





Paula Rego | Auto-retrato

Aos 10 anos, depois da 4ª classe, fui para o colégio inglês de St. Julian’s em Carcavelos. Divertíamo-nos imenso. Lá aprendi tudo o que sei. Na escola inglesa davam-nos tintas que podíamos usar à vontade, espalhando-as, sujando-nos e pintando o que queríamos. Muito antes, tinha de decidido que queria ser pintora, creio. Foi aos oito anos, parece-me que quis ser pintora.”

Aprende a Olhar, nº 1, IIE




The blue fairy whispers to Pinnochio
http://library.thinkquest.org
(visitado em 27 Novembro 2005)

Histórias infantis e juvenis também lhe serviram de inspiração. A artista reescreve visualmente a história que origina cada trabalho ou cada série, seleccionando e salientando detalhes que sobrepõem o seu universo ao cosmo que lhe posa servir de modelo

«Eu tinha muitos medos, mas tentava encontrar uma saída algures, uma porta como Alice. Pegamos numa coisa grande e tornamo-nos grandes, ou pegamos numa outra coisa grande e tornamo-nos pequenos. Temos que encontrar o nosso caminho entre as coisas...»

Paula Rego




Gepetto washing Pinocchio
(visitado em 27 Novembro 2004)





snow white swallows the poisened apple
http://www.saatchigallery.com/imgs/



Museu Serralves | Convite Exposição Paula Rego

"A exposição apresentará uma selecção da obra de Paula Rego produzida a partir de 1996, incidindo particularmente na relação entre a sua pintura e o desenho, assim como na construção de situações ficcionais singulares e idiossincráticas. A artista apresentará pela primeira vez os desenhos preparatórios das suas pinturas, realizando ainda uma nova série de trabalhos, especificamente pensados para esta exposição, a partir de um tema onde surja como referência a cidade do Porto."



Paula Rego
http://www.serralves.pt

"Paula Rego apropria-se frequentemente de recordações pessoais, de imagens retidas do seu imaginário, assim com de narrativas textuais populares e literárias. Os livros e as histórias que lhe servem de referência funcionam como um intertexto da ficção que cada seu trabalho constitui."

Museu Serralves, Comissariado Ruth Rosengarten e João Fernandes

15 Outubro 2004 - 23 Jan 2005







Exposição Paula Rego | Serralves 2004
foto: Serralves





Paula Rego | Praia


"Mais de 100 mil pessoas visitaram a exposição Paula Rego, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, segundo informações da Fundação de Serralves."

DN, 3 Janeiro 2005

“...Uma das exposições mais aguardadas do ano. É uma antológica dos últimos anos de produção de Paula Rego que, depois de 50 anos em londres, mantém uma ligação íntima ao país onde nasceu.” 

Óscar Faria, Público, 14 Outubro 2004





Aula no Museu de Serralves
foto: Serralves



Aula no Museu de Serralves
foto: Serralves




Paula Rego | War (2003)
Aula no Museu de Serralves
foto: Serralves




Aula no Museu de Serralves
foto: Serralves

  • Aula no Museu: Currículos Língua Portuguesa e Cidadania.
Aula no museu teve por objectivo introduzir o estudo da Narrativa e apropriação de técnicas de escrita criativa na área curricular de Língua Portuguesa.


Os alunos apreciaram imenso a visita de estudo e exprimiram as suas opiniões no nosso blogue de apoio curricular de Lingua Portuguesa aqui e aqui.

Entre os meus alunos, estava Henrique Siza Vieira, neto do arquitecto Siza Vieira que quis exprimir a sua admiração pela obra de seu avô. A ler aqui 

Já em sala de aula, depois da visita de estudo, as duas turmas entregaram-se com entusiasmo a actividades de escrita criativa apoiada no quadro que mais os impressionou War que representa a visão da pintora sobre as crianças apanhadas pela guerra. Os alunos identificaram-se com a obra por ter conhecimento do conflito via media.

  • Melhores textos narrativos escritos por alunos poderão ser lidos: 

Histórias inspiradas em Paula Rego I

Histórias inspiradas em Paula Rego II;

Histórias inspiradas em Paula Rego IIIJornal Escolar.



Turma E | 6º Ano

24.10.2004

Professora Dinamizadora


G-Souto

Professora de Língua Portuguesa| Formação Cívica


Agradecimentos:

Fundação Serralves – Serviço Educativo


G-Souto

Outubro 2004
Copyright © 2004G-Souto'sBlog, gsouto-digitalteacher.blogspot.com® 

Creative Commons License

Referências:

Créditos : Fotos Museu Arte Contemporânea Serralves 

Paula Rego Exposição 2004 | Serralves

Paula Rego Exposição | Facebook

Actualizado em 20.11.2014