Wednesday, June 8, 2022

Aula no Museu : Exposição "Grito da Imaginação" de Paula Rego, Museu de Serralves 2004-2005





Paula Rego [1935-2022]
créditos: Getty Images, 1989


Morreu Paula Rego. Esta manhã, dia 08 Junho 2022, em Londres. 

A célebre pintora nasceu em Lisboa a 26 Janeiro 1935. Nos anos 60, estudou na Slade School of ArtUniversity College London Londres, cidade em que viria a radicar-se definitivamente na década seguinte. Não deixando de voltar a voltar a Portugal, com frequência. 

Pintora que pintava o medo, das suas memórias de infância. Interessava-se ainda por livros de histórias e literatura.





Paula Rego, Autorretrato

Aos 10 anos, depois da 4ª classe, fui para o colégio inglês de St. Julian’s em Carcavelos. Divertíamo-nos imenso. Lá aprendi tudo o que sei. Na escola inglesa davam-nos tintas que podíamos usar à vontade, espalhando-as, sujando-nos e pintando o que queríamos. Muito antes, tinha de decidido que queria ser pintora, creio. Foi aos oito anos, parece-me que quis ser pintora.”

Paula Rego in Aprende a Olhar, nº 1, IIE




Paula Rego [1935-2022]
credits: Getty Images, 2006

Portuguese-British artist Paula Rego, who created bold, visceral works inspired by fairy tales, her homeland and her own life, has died today, 8 June 2022.





The blue fairy whispers to Pinocchio

Histórias infantis e juvenis também lhe serviram de inspiração. A artista reescreve visualmente a história que origina cada trabalho ou cada série, seleccionando e salientando detalhes que sobrepõem o seu universo ao cosmo que lhe posa servir de modelo

«Eu tinha muitos medos, mas tentava encontrar uma saída algures, uma porta como Alice. Pegamos numa coisa grande e tornamo-nos grandes, ou pegamos numa outra coisa grande e tornamo-nos pequenos. Temos que encontrar o nosso caminho entre as coisas...»

Paula Rego




Gepetto washing Pinocchio
Paula Rego, 1966





snow white swallows the poisoned apple
Paula Rego, 1995

Paula Rego reinvents fairy tales and myths, folklore and legends, by investing them with hints of private pain.

Ao longo da carreira, Paula Rego construiu uma linguagem visual inspirada pelas visões literárias e culturais do século XIX, entrelaçando várias referências históricas com elementos da sua própria vida.




Paula Rego no Museu de Serralves 
Exposição Grito da Imaginação - Paula Rego 2004-2005

O Museu de Serralves organizou uma grande Exposição da artista - O Grito da Imaginação - constituida por uma seleção da obra da pintora, produzida a partir de 1996.

A Exposição esteve patente de 15 de Outubro de 2004 a 23 de Janeiro de 2005 no Museu de Arte Contemporânea




Museu Serralves 
Convite Exposição Paula Rego 2004-2005

"A exposição apresentou uma selecção da obra de Paula Rego produzida a partir de 1996, incidindo particularmente na relação entre a sua pintura e o desenho, assim como na construção de situações ficcionais singulares e idiossincráticas. 

A artista apresentará pela primeira vez os desenhos preparatórios das suas pinturas, realizando ainda uma nova série de trabalhos, especificamente pensados para esta exposição, a partir de um tema onde surja como referência a cidade do Porto."





Paula Rego
Museu Serralves
Catálogo da Exposição


"Paula Rego apropria-se frequentemente de recordações pessoais, de imagens retidas do seu imaginário, assim com de narrativas textuais populares e literárias. Os livros e as histórias que lhe servem de referência funcionam como um intertexto da ficção que cada seu trabalho constitui."

Museu Serralves, Comissariado Ruth Rosengarten e João Fernandes





Exposição Grito de Imaginação
 Paula Rego 
Museu Serralves 2004-2005
créditos: Serralves





Praia
Paula Rego
Exposição O Grito da Imaginação de Paula Rego 
Museu de Serralves 2004-2005
créditos: Serralves

"Mais de 100 mil pessoas visitaram a exposição Paula Rego, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, segundo informações da Fundação de Serralves."

DN, 3 Janeiro 2005

“...Uma das exposições mais aguardadas do ano. É uma antológica dos últimos anos de produção de Paula Rego que, depois de 50 anos em londres, mantém uma ligação íntima ao país onde nasceu.” 


Óscar Faria,in Público, 14 Outubro 2004





Aula no Museu de Serralves
Exposição Grito da Imaginação de Paula Rego 
Museu de Serralves 2004
créditos: Serralves





Aula no Museu de Serralves
Exposição Grito da Imaginação de Paula Rego 
Museu de Serralves, 2004
créditos: Serralves






War
Paula Rego,3
Aula no Museu de Serralves
Exposição Paula Rego 
Serralves 2004
créditos: Serralves

War, baseada na guerra do Iraque foi uma das obras que mais impressionou os alunos, durante a Visita de Estudo. Pela grandiosidadade da obra, pelo efeito que lhes causou os homens e as crianças transfigurados em animais.

Detevemos-nos longamente na análise do quadro, Os alunos iam exprimindo as suas emoções e os sentimentos de horror que lhes transmitiu.

Mais tarde, depois da Visita deEstudo. desenvolveram-se várias actividades curriculares em sala de aula. E alguns alunos, depois de estudadas a técnicas da escrita criativa ( storytelling, escreveram curtas histórias baseadas no quadro War.





 
Aula no Museu de Serralves
Exposição Grito da Imaginação de Paula Rego 
Museu de Serralves 2004-2005
créditos: Serralves

Alguns outros quadros alertaram-nos para problemas sociais ligados às mulheres, qque Paula Rego observou, sobretudo na sua infância, e cuja cruedade ela retratou com todo o Realismo figurativo. Algumas perguntas nasceram e foi dado aos alunos a verdade 'históricap desses tempos antigos do país. 





Aula no Museu de Serralves
Exposição Grito da Imaginação de Paula Rego 
Museu de Serralves 2004-2005
créditos: Serralves


  • Aula no Museu: Currículos Língua Aula Portuguesa e Cidadania no Museu de Serralves




Aula no Museu de Serralves
Exposição Grito da Imaginação de Paula Rego 
Museu de Serralves 2004-2005
créditos: Serralves


Objectivos:

Aula no Museu teve por objectivo introduzir o estudo da Narrativa e apropriação de técnicas de escrita criativa na área curricular de Língua Portuguesaem simbiose com a o estudo da arte Realista de Paula Rego através das suas ilustrações  

Os alunos apreciaram muitíssimo a Visita de Estudo O Grito da Imaginação que os despertou para exploração da arte visual em relação tão directa com a Narrativa.





Aula no Museu de Serralves
Exposição Grito da Imaginação de Paula Rego 
Museu de Serralves 2004-2005
créditos: Serralves


Exprimiram as suas opiniões no nosso blogue de apoio curricular de Lingua Portuguesa aqui e aqui.

Entre os meus alunos, Henrique Siza Vieira, neto do arquitecto Siza Vieira quis exprimir a sua admiração pela obra de seu avô. A ler aqui 

Já em sala de aula, depois da visita de estudo, as duas turmas entregaram-se com entusiasmo a actividades várias, desde jornais de parede com fotografias de Pauça Rego, recortes de jornais sobre as Exposição,  textos de opinião que geraram neles imensas questões.

Nas oficinas de escrita criativa centrada no quadro que mais os impressionou - War, 2003 - que representa a visão da pintora sobre as crianças apanhadas pela guerra no Iraque. 

Os alunos identificaram-se mais com a obra por ter conhecimento do conflito via os media.

  • War - Melhores textos narrativos escritos por alunos poderão ser lidos: 

Histórias inspiradas em Paula Rego I

Histórias inspiradas em Paula Rego II;

Histórias inspiradas em Paula Rego IIIJornal Escolar.



Turma E | 6º Ano

24.10.2004

Professora Dinamizadora

G-Souto

Professora de Língua e Literatura Portuguesa & Cidadania.


Agradecimentos:

Fundação Serralves – Serviço Educativo


G-Souto

Outubro 2004

Actualizado em 08.06.2022
Copyright © 2022G-Souto'sBlog, gsouto-digitalteacher.blogspot.com® 

Creative Commons License

Referências:

Créditos : Fotos Museu Arte Contemporânea Serralves 

Paula Rego  Exposição "Grito da Imaginação, 2004-2005 | Museu de Serralves

Serralves : Facebook / Tate Gallery, London


Saturday, December 13, 2014

Página em construção : Fragmentos Digitais de uma Professora

Pretende-se repor alguns Projectos desenvolvidos com sucesso nas áreas curriculares de Língua Portuguesa, Francês LE, Cidadania e a utilização de IT ao longo dos anos lectivos 1999-2009, tendo como público alvo, os meus alunos de 2º e 3º ciclos.

Aspecto inovador e pioneiro: o uso das IT
 nas aulas curriculares de Línguas e Cidadania.

Será um trabalho paciente de pesquisa das minhas memórias virtuais. Em lapsos de tempos dispares, alguns pr
ojectos irão sendo publicados, sem obedecer, numa primeira fase, à sua ordem cronológica. E serão sempre poucos porque a grande maioria não ficou salvaguardada na web.

Alguma desta memória 
irtual fez parte do site da Escola Francisco Torrinha onde exerci funções docentes como Professora Titular e Professora Formadora durante muitos anos.

Por motivos que desconheço, foi apagada do site fa escola no final do ano lectivo de 2006-2007.


Talvez o sistema de Avaliação de Professores que entrou em vigor nesse ano, possa explicar! É que o "desenvolvimento de experiências de inovação pedagógica" consignado no diploma tinhs um forte peso na avaliação dos docentes!





Autor não identificado
imagem via Google Images

Detentora de um dos melhores currículos (Ensino Básico e Secundário), reconhecido a nível nacional e internacional, por diversas entidades, é com a mais profunda humildade que o escrevo, esse facto criou um certo mal estar nos 'interesses' dos pares pedagógicos que não aceitaram o facto de me ter tornado uma pedagoga inovadora. 

À escola Francisco Torrinha não 'convinha' reconhecer o mérito de uma professora que avançou com uma série de actividades e projectos inovadores ligados à introdução das IT nos currículos escolares, como competência transdisciplinar dos alunos, em tempos que mais nenhum professor/professora quis acompanhar, até à saída do diploma que valorizava precisamente os Professores Inovadores.







Fui então a única Professora da escola (de 1999 até 2009) a desbravar caminhos pedagógicos  digitais com uma série de actividades e experiências inovadoras: 

Autora de um projecto e-learning para ensino básico e secundário Kidzlearn Lugares & Aprendizagens - descontinuado em 2018 - por falta de apoio do prório Ministério da Educação, um projecto finalista dos Global Junior Challenge (2004), o uso de blogues no ensino (2005), e acesso a um espaço Moodle cedido pela Associação Portuguesa de Telemática Educativa (2006), actualmente também descontinuado.

Estas as razões pelas quais estive sujeita, de 2006 a 2009, a grandes pressões por parte de um corpo docente fortemente conservador e inibidor.

Essas pressões continuaram sob as mais variadas formas! Os procedimentos  por parte da Direcção e de pares pedagógicos, sobretudo ligados ao ensino de Língua Portuguesa e Francês LE, foram indignos de um ambiente onde devem imperar os pedagógicos exemplos! 





Autor não identificado
imagem via Google Images

Mas, não foram, de modo nenhum inibidores de boas práticas. E os alunos aderiram em pleno, com imenso entusiasmo a currículos que, pela primeira vez, vinham ao encontro da sua realidade. Ensino presencial apoiado no ensino digital - digital learning.


O mesmo diploma afirmava que cada Professor tinha o direito de: Intervir na orientação pedagógica no âmbito dos PE e dos PCE, através da liberdade de escolha de métodos de ensino tecnologia e técnicas de educação e meios auxiliares de ensino.





Education & IT
image: The Guardian/ Technology

Fragmentos Virtuais de uma Professora é pois um pequeno repositório de algumas dessas técnicas/ projectos de educação, experiências pioneiras, que foram levadas a cabo com entusiasmo desde 1999 até 2010.

Depois dessa data, continuei adar apoio pedagógico aos meus alunos em ambientes digitais.

Tantas horas não lectivas foram dedicadas a uma comunidade escolar, para benefício dos alunos, com a introdução  de novas metodologias e ferramentas educativas. Noites curtas, mal dormidas a preparar as actividades digitais, para pela manhã estar presente, sempre, na escola, a leccionar as aulas curriculares, a partir das 8:30 e a  fazer a formação de jovens professores.


Estou muito satisfeita! Todas as actividades inovadoras que desenvolvi desde muito cedo, e que continuo a desenvolver, permitiram essencialmente que muitos alunos, ao longo de várias gerações, tivessem um ensino e aprendizagens  de qualidade, muito perto da sua realidade, nas aulas de Língua Portuguesa, Língua Francesa LE, numa forte componente de Cidadania, apoiadas nas TIC.




credits: Le Monde/Campus

E, no complemento das aulas, em espaço virtual, lidando assim, pela primeira vez, a nível do ensino básico e secundário, com uma série de recursos e ferramentas educativas digitais que complementaram o processo de ensino e aprendizagem, tais como e-learning, moodleblogues, comunidades colaborativas. intercâmbios escolares europeus, ambientes educativos virtuais que foram ao encontro das novas exigências dos digital kids, novas gerações que apareceram nas escolas a partir de 1999, levando-as ao sucesso escolar, num tempo em que a escola tradicional não estava preparada para os receber e não queria praticar o ensino diferenciado.

Os formandos partilharam de todos estes meus sonhos que lhes abriram novos panoramas pedagógicos. Ainda hoje mantenho contacto com muitos deles.

Foi preciso dar o salto de qualidade e inovação da escola tradicional para a escola pluridimensional. E eu estive na linha da frente, como certamente alguns professores de outras escolas. Não muitos!





Formadora de Formadores
créditos: izusek/Getty Images


Também me sinto realizada com a forte componente pedagógica pessoal e de inovação que transmiti aos meus formandos, bem como a jovens professores que, entretanto foram passando pela escola, e que me solicitavam apoio e informação numa área para a qual estavam receptivos, mas não tinham apoio didáctico por parte dos seus delegados.

Como Formadora de Formadores pretendo, assim, em ambiente virtual que é este espaço Fragmentos Virtuais de uma Professora, incentivar novos Professores a experienciar diferentes caminhos, servindo de exemplo. 

Pedagogicamente, muito é possível nesta área tão vasta que é o ensino onlinequando se pretende que os nossos alunos fruam de recursos criativos num ambiente de aprendizagem de verdadeira partilha de saberes!

Espero poder inspirar alguns jovens professores com este blogue! Será para mim, uma grande alegria!





credits: unknown
via Google Images


This blog Digital Fragments of an Educator contains different and various pedagogical activities developed by the use if IT in school curricula: Portuguese (as a native language), French (as a foreign language) and Civics Education. 


My students aged 10-16 years (elementary and secondary education) were the first generation having smartphones. They loved to be the first Portuguese students to learn IT and  include it in Languages and Civics curriculum. They were the first 'digital natives' (Marc Prensky) to come to school (1999) in Portugal.

They were excited and they worked on fantastic and creative projects. The activities have been developed from 1999 to 2009.

They learned in school, face-to-face teaching, but also online (after school time) at my e-elearning project Kidzlearn Lugares & Aprendizagens, discontinued in 2018, finalist at Global Junior Challenge (2004), Rome, Italy, Moodle Lugares & Aprendizagens, discontinued in 2016, and some school blogs as BlogdosCaloiros, BlogSkidz & international educational networks.




Education & IT
image: The Guardian/ Technology

This blog Digital Fragments of an Educator is a digital repository of some of those activities that I will try to remember as the "memoirs of a digital teacher".

The activities are not published by subject or date. For the moment, posts are published in view of my free time (and it is not so much), my memoirs,   documents founded in my personal notes or my files as a teacher. But the order, it's not important!





Trainer of school teachers
credits: unknown
via Google Images

As a former Trainer teacher, this blog and all the projects and activities included in it, might be helpful to some educators and young teachers. Sharing with you some different ideas to include into school curricula to motivate students in a face-to-face teaching and learning or in non formal learning is my ideal using IT and educational digital resources in school education.

Teaching and learning is no more listening quietly the teacher. Teaching and learning is students 'doing' with the tutoring of the teacher.

Digital educational resources (OER) and games in school are an important and serious goal in the XXI century focus on the changing of Education. 

Here you will find open educational resources to improve your lessons, if you wish.

Hope I can help and inspire some of you!

A Autora| The Author

Teacher|  Teacher Assessor

G-Souto

Copyright © 2022G-Souto'sBlog, gsouto-digitalteacher.blogspot.com®

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Última actualização em 08.06.2022
Last update: June 08, 2022


Friday, December 12, 2014

Primavera da Europa 2006 : projecto curricular







Aula de Esfera - Azulejo português
Hospital S. José Lisboa
         http://astrocultura.uai.it/


Enquanto quis Fortuna que tivesse
Esperança de algum contentamento,
O gosto de um suave pensamento
Me fez que seus efeitos escrevesse.
(...)

Luis Vaz de CamoesEnquanto quis Fortuna que tivesse


 
Primavera da Europa - Spring Day : Celebrate Europe in your school - foi dos 
primeiros eventos escolares, a nível europeu que chegou às escolas portuguesas.


Tinha como objectivo incentivar os jovens das escolas europeias a conhecer o 
pensamento europeu sobre democracia e cidadania.



Spring Day começou em 2002. Os meus alunos começaram a participar em 2003, embora só tenhamos registos a partir de 2005, dado que o website Spring Day foi desactivado (2002-2008). Restam sítios expositivos de Spring Day 2009 e 2010. 



Também o site da escola foi desactivado, dado o actual enquadramento de Agrupamentos de Escolas.


Temos, no entanto, o registo da nossa participação em 2008, no nosso BlogdosCaloiros, apoio e enriquecimento curricular de Língua Portuguesa, uma das primeiras experiências de uso de blogues em contexto educativo.











Spring Day for Europe 2008

http://www.springday2009.net/







À medida que os anos passavam, um maior número de escolas europeias participou e a celebração de "Primavera da Europa".

Da  agenda dos projectos de Escola, esta actividade passou a fazer parte, dado que os meus alunos, participavam com entusiasmo num projecto europeu que os punha em contacto, mesmo que indirectamente, com jovens de 
muitos países europeus.

Jovens de toda a Europa aprendiam e faziam ouvir as suas vozes a propósito de várias q
várias questões europeias.





O tema de Primavera da Europa 2006, “Debatendo o nosso Futuro”, abordava uma vasta agenda de relevantes questões para a geração mais jovem, que estão também englobadas no cerne do Plano D.

(texto com supressões)

Tema central:
 
"Aprender e Debater a Europa". Apresentava um conjunto de quatro actividades sub-temáticas:
  • A minha proposta para a Europa 
  • Onde está a Europa?
  •  Heróis Locais
  •  Weblog da Primavera da Europa para jovens europeus.

Os alunos participaram nas seguintes Actividades:
  • Heróis Locais - 5C
  • Onde está a Europa? - 5C|5I 
Foi uma experiência muito participada e activa. Os alunos empenharam-se com muito entusiasmo na descoberta dos jovens dos 25 países que faziam parte, na época, da União Europeia (UE).

Dos vários trabalhos enviados para o site de Spring Day, este foi o seleccionado. Pertence à aluna Francisca.

Mas, claro! Estão todos de parabéns pelo empenhamento e partilha  de saberes!

Depois do Dia Europeu das Línguas (Setembro 2005), primeiro projecto a nível europeu dos alunos das minhas turmas, envolveram-se de novo em projectos europeus, com apoio das tecnologias, ao longo dos anos curriculares.


Foi sempre muito gratificante o desafio tantas vezes apresentado aos alunos de partilhar saberes e experiências, desenvolvendo novas competências digitais.

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A Professora GSouto

12.12.2014

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